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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

China compra S-400 Triunf

Rússia vendeu à China, pelo menos, seis baterias de mísseis anti-aéreos de longo alcance S-400 Triunf conforme publicado pelo jornal russo Vedomosti citando fontes oficiais. O contrato teria sido assinado em setembro, depois de vários anos de negociações, e valeria a pena 3,000 bilhões, fazendo da China o primeiro cliente de exportação deste sistema produzido por Almaz-Antey. 


Em março passado, o presidente russo, Vladimir Putin anunciou a venda à China de quatro desses sistemas, embora o contrato não foi formalizada. A chegada do S-400 não terá lugar antes de 2017 carga de trabalho esperada por Almaz-Antey da produção de tomar. O S-400 é um sistema de defesa aérea com 400 km derivado alcance do S-300P e com o qual a China poderia cobrir o céu em Taiwan, o que daria o controle sobre seu espaço aéreo.


Mas a chegada à China do S-400 teria implicações regionais além de Taiwan, afetando até mesmo a Índia, o Japão ou os Estados Unidos. Assim, a Índia leva anos imersos em um forte compromisso com o desenvolvimento de sistemas de mísseis balísticos contra o qual considera China ameaça. No caso do Japão, o âmbito de aplicação do S-400 cobriria as ilhas Senkaku (localizada a 350 quilômetros da costa chinesa) sobre as quais Pequim tem reivindicações territoriais. Para os Estados Unidos a presença deste sistema na Ásia-Pacífico, considerado um área de importância estratégica, que requer a implantação de aviões de combate de última geração, como o F-22 ou F-35, para operar com garantias mínimas de sobrevivência. A presença de defesa aérea significa na área com mais de 250 km alcance. é considerado por analistas americanos como parte da estratégia da China para negar o acesso à área. A ameaça de S-400 também é um impedimento que poderia até mesmo condicionar o apoio dos EUA contra uma ameaça hipotética para Taiwan. Esta é precisamente uma das questões discutidas no artigo "Os sistemas de efeitos desequilibrando arte russa de defesa aérea ", publicado na edição de dezembro da revista FDS (Forças de Defesa e Segurança).  

(Defensa.com) (JNG)

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