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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Argentina não descarta a compra de caças russos ou chineses se a Inglaterra bloquear a aquisição do Gripen NG.

Como informamos recentemente, os britânicos exerceram seu direito de bloquear a venda dos caças Gripen NG que surgiram um comprar da Argentina via Brasil cerca de 30% dos aviões fabricados pela Saab é feita com componentes fornecidos pelo empresas britânicas. Os ministros da Defesa outubro 21 da Argentina e do Brasil anunciou no lançamento da aeronave de transporte KC-390, o início das conversações entre os dois países para a venda de 24 aviões de caça Gripen NG fabricados no Brasil para a Argentina, após a assinatura de uma "aliança estratégica para a indústria de aviação" de ambos os países.

A transação, avaliada em cerca de 2.900 milhões de dólares, seria uma iniciativa direta do Ministério da Defesa do Brasil e não da Saab, a fabricante original do Gripen, que confirmou que tinha feito nenhuma ação comercial directa para a venda de novas aeronaves ou Revenda para a Argentina, precisamente porque a possibilidade de o bloqueio britânico. Na verdade, a fabricante brasileira Embraer, principal parceiro da Saab no Brasil para fabricar aviões, temia que as medidas que você pode tomar para UK Argentina não tem os bilhetes poderiam prejudicar seus negócios futuros.

Esta medida seria um duro golpe para a Argentina, que fechava outra maneira de adquirir um lutador com o qual para equipar sua força aérea, substituindo os veteranos Mirage. É bem adicionar aos tentativas frustradas de adquirir aeronaves acima como a F-1 Mirage parcimônia Força Aérea Espanhola, Mirage 2000 de segunda-mão francês ou Kfir Block 60 reconstruída por Israel Aerospace Industries, embora ocasionalmente novamente participar de qualquer uma destas propostas. As razões pelas quais nenhum desses acordos foram finalizados e seria mais focado na disponibilidade financeira da Argentina e dos direitos questões e licenças comerciais. Os F-1 Mirage espanhóis precisavam ter uma certificação de que a França insistiu com a intenção de tornar mais atraente o seu Mirage 2000. A proposta do Kfir não teria tido o apoio do governo suficiente para não avançou. Assim, se neste cenário se, finalmente, que não podiam ser adquiridos Gripen, Argentina não descarta a aquisição de aviões de caça fabricados na Rússia ou a China, uma vez que estes não estariam sujeitas a qualquer falha de bloqueio ou de mercado, apesar da Força Air estaria interessado na fabricação de aeronaves ocidentais. Entre as opções disponíveis que poderiam ter sido embaralhados seria o FC-1 / JF-17 fabricados entre empresas em China e Paquistão. Por ocasião do show Paris Air Show do ano passado Argentina recebeu uma oferta oficial para a fabricação dessas aeronaves sob licença no México, especificamente pela FAdeA. A colaboração com a China já se concretizou com fazer a CZ-11 Pampero, que é a versão Argentina de Changhe Z-11 (por sua vez baseado no design Eurocopter Ecureil, agora Airbus Helicopters). Também hoje a China é o segundo maior parceiro comercial da Argentina. Além disso, é a opção da Rússia, o que pode ser implementada em qualquer membro da família Flanker de Sukhoi, que já estão em serviço na América Latina, especificamente as MK2 venezuelanos Sukhoi Su-30 no caso da Argentina pode ser adquirido até mesmo utilizando matérias-primas ou produtos alimentares como uma opção de pagamento que teria dado o aval da Rússia e já utilizado anteriormente em outras operações deste tipo.

(Defensa.com) (JNG)

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