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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Oficiais da Força Aérea Chilena aconselham a Força Aérea Colombiana a não comprar caças F-16 de segunda mão

Interessada em adquirir caças F-16 C/D da Lockheed Martin, para complementar a frota de caças IAI Kfir, que foram recentemente revitalizadas e que devido a problemas técnicos, tiveram a perda de 4 unidades ativas e uma aguardando entrega, a Força Aérea Colombiana (FAC), decidiu estudar e aplicar as experiências de vários usuários de F-16, visitando bases de outros usuários deste modelo.

A FACh- Força Aérea do Chile, tem sido um dos destinos de oficiais comissionados para este fim e de segundo defensa.com constatou, a FACh teria recomendado aos seus homólogos colombianos a considerar todas as variáveis possíveis, se decidir no futuro, comprar caças F-16 de segunda mão, devido a alguns problemas técnicos nos caças adquiridos pelo Chile junto à Holanda em 2005, composto por 18 unidades de F-16 MLU M2 (11 F-16AM e 7 F-16BM), e em 2008, mais 18 unidades de F-16 MLU M4.

De fato, e aparentemente, a FACh deu um parecer a FAC, que seu programa de modernização de aeronaves F-16, que ocorre na ENAER sob a supervisão da empresa holandesa “Daedalus” no âmbito do programa “Pacer Amstel”, que visa padronizar todas as aeronaves a nível Tipo 4, apresentou desvantagens e o custo tem sido maior do que o inicialmente estabelecido, o que aumenta o inconveniente de ter três versões diferentes da aeronave, considerando que também foram inicialmente incorporados caças F16 Bloco 50/52 novos.

No passado, o maior Henk Effing, um oficial da Real Força Aérea da Holanda, disse que os caças F-16 vendidos ao Chile, sofreram algumas mudanças antes da entrega, afirmando que “peças novas foram trocadas por peças antigas e em mal estado”.

Também declarou que “os EUA deram permissão para que fossem feitas uma série de mudanças no software dos caças como: configuração do radar, fiação do cockpit, e a remoção da capacidade de disparar mísseis ar-ar e armas anti-radiação como o AIM-120 AMRAAM, o Shrike e o Harm”. 

Defensa.com
(Carlos Vanegas correspondente do grupo Edefa na Colômbia)

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