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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

EUA flexibilizam o uso comercial e a exportação militar de drones

Os EUA flexibilizam o uso comercial dos equipamentos não tripulados

Joan Faus - Washington

Os drones estão entrando em uma nova era. O Governo dos Estados Unidos anunciou na última semana novas regulamentações que vão expandir seu uso empresarial e sua exportação com fins militares. Apesar desse equipamento sem tripulação existir quase desde o início da aviação no século XIX, seu uso, graças ao progresso tecnológico, disparou na última década. A nova regulamentação fará com que o setor entre em uma fase de expansão com consequências para os EUA e internacionais.

Depois de quase dez anos de deliberação, a Administração Federal de Aviação (FAA) difundiu sua proposta de normativa. Agora se inicia uma longa fase de debate público, que não deve terminar antes de 2017, para depois se transformar em lei. Em paralelo, a Casa Branca estabeleceu pela primeira vez requisitos de privacidade às agências governamentais que empregam equipamentos pilotados à distância nos EUA.

Segundo o Governo, uma vez em vigor, as novas regras farão com que mais de 7.000 empresas obtenham, em um prazo de três anos, autorização para pilotar drones. A Associação Internacional de Veículos Não Pilotados estima que nesse mesmo período devem ser criados 70.000 postos de trabalho com um impacto econômico de 13,6 bilhões de dólares. A eclosão desse tipo de equipamento pode ser revolucionária em vários setores, desde a gestão de infraestruturas até a agricultura ou a vigilância urbana.

Até agora, a FAA contava com um conjunto de diretrizes que só permitia o voo de drones empresariais depois de uma aprovação especial, e o de recreacionais a determinada altura (121 metros) e distante de aeroportos. O crescente interesse de companhias — energéticas, que supervisionam explorações; comerciais, que desenham mapas, ou televisivas, que gravam eventos — no uso de drones e sua popularidade como brinquedos — desde os amantes da velocidade a pessoas que os usam para tirar fotografias — tornavam cada vez mais necessário um novo marco regulatório.



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