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quarta-feira, 3 de junho de 2015

Comitiva britânica conhece estruturas da Defesa e do Pandiá Calógeras


Brasília, 02/06/2015 – Uma comitiva de alunos do Royal College of Defence Studies (RCDS) do Reino Unido, visitou, nesta terça-feira (02), o Ministério da Defesa (MD) com o objetivo de compreender o funcionamento das dinâmicas de segurança do Brasil. Na oportunidade, conheceram as estruturas do MD e do Instituto Pandiá Calógeras.

O Royal College envia anualmente turmas para promover interação entre seus alunos e as realidades locais de países que fazem parte do sistema internacional. Nesta etapa, vieram ao Brasil 22 civis e militares provenientes dos Emirados Árabes, Arábia Saudita, Qatar, Paquistão, Tanzânia, Itália, Líbano, Sudão, Afeganistão, Geórgia e do Reino Unido.

No ministério, eles foram recebidos pelo diretor do Instituto Pandiá Calógeras, Antônio Jorge Ramalho, e pelo chefe de gabinete do Instituto, Juliano Cortinhas. Durante o encontro, os alunos obtiveram conhecimento sobre o funcionamento do Instituto e debateram sobre temas ligados ao setor.

Para o diretor do Pandiá, é fundamental perceber a visão dos alunos do RCDS com relação ao Brasil para que localmente se possa avançar em temas como defesa e segurança. “Eles vieram falar sobre a percepção internacional do Brasil e as nossas dinâmicas de segurança. Também puderam conhecer as estruturas e missões do Pandiá e do MD”, disse o professor Ramalho.

Ainda segundo o diretor do Instituto, esse tipo de visita e intercâmbio possibilitam melhor compreensão e atividades locais. “Os alunos tiveram interesse principalmente em discutir os desafios de segurança do Brasil e suas regiões. Eles estão visitando vários países com o objetivo de entender mais profundamente e assim compor uma boa visão acadêmica”.

Na ocasião, foram expostos assuntos de defesa, segurança, e levantados alguns questionamentos referentes aos problemas enfrentados pelo Brasil, como combate ao tráfico de drogas, proteção das fronteiras e da importância das missões de paz e do futuro da indústria de defesa no Brasil.

Para Ramalho, os questionamentos são legítimos. “Eles querem entender o que leva um país como o Brasil a alocar os recursos da forma como faz. Por um lado, isso ajudará a compreender o movimento da região e por outro, permitirá também dimensionar quais seriam as possibilidades de atuar conjuntamente com o Brasil”, acrescentou o professor.

Intercâmbio

Durante a viagem ao Brasil, a comitiva visitou algumas organizações militares. No Rio de Janeiro (RJ), foram ao Complexo Naval de Itaguaí e ao Forte Duque de Caxias. Já em Brasília (DF), conheceram o Centro de Defesa Cibernética (CDCiber), alguns ministérios e por fim, foram recebidos pelo chefe de Gabinete de Segurança Institucional, general José Elito Carvalho Siqueira.

Agora os estudantes seguem para Manaus (AM), onde visitarão as instalações do Comando Militar da Amazônia (CMA) e do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS).

O Royal College fornece cursos para servidores civis de alto escalão e militares de postos mais elevados que tenham o potencial de ascender às instâncias superiores de suas instituições. O curso é formado por estudantes de diferentes nacionalidades, com o objetivo de diversificar os debates e de promover interações entre perspectivas diversas.

Ministério da Defesa

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