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terça-feira, 9 de junho de 2015

EUA e Colômbia - Exercício binacional para combater voos ilícitos


Com a participação do governo dos Estados Unidos, a Join Interagency Task Force-South, uma delegação do Departamento de Estado, o Grupo Aéreo do Amazonas, o Comando Aéreo de Combate Nº 2, baseado em Apiay, Meta, e o Comando Aéreo de Combate Nº3, ubicado em Malambo, começou a avaliação para a Certificação do Programa de Negação do Espaço Aéreo (ABD, por sua sigla em Inglês) em Leticia, Amazonas.

Segundo fontes oficiais, esta formação e avaliação é realizada, a fim de obter a certificação no décimo terceiro programa ABD para intercepção ilícita de aeronaves; verifica os procedimentos de certificação a cada ano para o esforço combinado feitas diariamente contra o tráfico de drogas. A Convenção ABD foi assinada em 2003 entre a Colômbia e os Estados Unidos, e estabelece os procedimentos a serem seguidos para a neutralização de aeronaves tráfico de drogas. Além disso, através deste programa, também é prestada assistência técnica para aeronaves e treinamento das tripulações da Força Aérea Colombiana para reduzir as taxas do tráfico ilícito de estupefacientes e de substâncias psicotrópicas no espaço aéreo colombiano.

Este ano, o Grupo Aéreo do Amazonas (GAAMA) é o palco para poder monitorar e verificar o Programa, o qual permite também reforçar a vigilância e a segurança do espaço aéreo nacional e melhorar os canais de comunicação. Para medir o alcance e a eficácia da Convenção, os dois países realizam uma revisão anual e avaliação na certificação das seqüências de procedimentos em terra e no ar, bem como as listas de verificação do programa ABD.

Dentro do exercício desenvolvido na capital de Amazonas, na Base Aérea de Letícia intervieram aeronaves de patrulha e ataque A-29 Super Tucano, jatos de detecção eletrônica SR-560 Citation e um monomotor de transporte Caravan C-208, no papel de aeronaves de patrulha e ataque A-29 Super Tucano, jatos de detecção eletrônica SR-560 Citation e um monomotor de transporte Caravan C-208, junto ao E-3 Seeker da Força Aérea dos Estados Unidos. As aeronaves realizaram interdição aérea, contenção e consolidação de terras, com a participação de membros do Esquadrão de Operações de Segurança do Grupo Aéreo do Amazonas e o Grupo Operativo Especial de Investigação Criminal (GROIC).

A assinatura deste tipo de alianças estratégicas têm proporcionado resultados significativos na negação da utilização do espaço aéreo colombiano ao tráfico ilegal de drogas e armas, sendo um modelo para outros países latino-americanos afetados pelo flagelo do tráfico de droga.

Defensa.com

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