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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Armas e munições apreendidas pela Receita crescem 369,95% em 2015


A Receita Federal apreendeu R$ 567,3 milhões em armas e munições no primeiro semestre de 2015, uma alta de 369,95% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Parte desse aumento se deve a um trabalho maior de fiscalização nas fronteiras do país. A Receita realizou 1.834 operações de combate a ilícitos nos primeiros seis meses deste ano, 21,38% a mais que no ano passado.

"Tivemos uma presença mais permanente na fronteira neste semestre. Em razão dessas ações e dessa presença, verificamos um número menor da quantidade de casos identificados, mas com maior concentração de valor", disse o subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita, Ernani Checcucci.

A apreensão total de mercadorias processadas pela Receita no primeiro semestre de 2015, incluindo fiscalização de aeroportos, portos, fronteiras e centros de distribuição, registrou R$ 933,7 milhões, resultado 4,93% maior que no mesmo período de 2014.

Além de armas e munições, a Receita registrou grande aumento na apreensão de pneus (242,59%), mídias de CD e DVD para gravação (128,92%), calçados esportivos (82,44%) e perfumes (70,83).

Já as principais quedas foram encabeçadas por bolas esportivas (-85,62%) e máquinas de jogos de azar (-76,63%). Com relação ao primeiro item, a Receita acredita que a queda se deve pelo período do ano passado coincidir com a realização da Copa do Mundo no Brasil.

BENS E VIAJANTES

A Receita também apresentou dados inéditos de declaração de bens e viajantes, incluindo todas as modalidades de transporte. No primeiro semestre de 2015, a aduaneira recebeu 12.129 declarações de pessoas que entraram no Brasil, com valor de bens de R$ 46,6 milhões e imposto pago de R$ 10,6 milhões.

A Receita também registrou 15.613 ocorrências (quando a declaração era obrigatória e não foi feita pelo viajante), com valor detectado de R$ 113,7 milhões e R$ 15,4 milhões de imposto retido.

A análise apenas de voos internacionais, já registrada desde o ano passado pela Receita, registrou queda tanto no número de declarações quanto na quantidade de ocorrências, reflexo do câmbio mais elevado, que tem afetado diretamente as compras de turistas no exterior.

"Nesse primeiro semestre de 2015, em relação ao ano passado, a situação cambial se alterou significativamente. O incentivo para fazer compras no exterior diminuiu, o que gera uma consequência natural no número de casos detectados e no número de declarações", disse Checcucci.

REMESSAS POSTAIS

A Receita processou 16,5 milhões de remessas postais internacionais na importação, crescimento de 54,32% com mesmo período de 2014. A arrecadação de tributação dessas remessas ficou em R$ 117,8 bilhões, um pouco abaixo dos R$ 130,6 bilhões registrados no final de junho de 2014.

Folha de S.Paulo.

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