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terça-feira, 15 de setembro de 2015

NATO treina guerra anti-submarina e anti-superfície


O Comando Marítimo Aliado da NATO (MARCOM) iniciou no dia 11 de Setembro ao largo da ilha Italiana da Sicília o exercício multinacional DYNAMIC MANTA 2015 (DYMA 15) no qual serão testadas no centro do Mar Mediterrâneo as capacidades de guerra anti-submarina e anti-superfície de 9 países da NATO. No exercício que finalizará no dia 23 de Setembro participam submarinos de ataque ao serviço das marinhas da França, Grécia, Itália, Espanha, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos sobre o controlo do Comando de Submarinos da NATO (COMSUBNATO), este comandado pelo Contra Almirante Matthew A. Zirkle da Marinha dos Estados Unidos.

Participam no exercício ainda os navios de superfície FS Jean de Vienne (D643) da Marinha Francesa, FGS Hamburg (F220) da Marinha Alemã, ITS Grecale (F571) da Marinha Italiana, USS Porter (DDG-78) da Marinha dos Estados Unidos e TCG Y?ld?r?m (F-243) da Turquia. Os navios integram hoje o 2º Grupo Marítimo Permanente da NATO (SNMG-2), uma força naval comandada pelo Contra Almirante Jörg Klein da Marinha Alemã.

No apoio aos cenários multiameaças simulados, será empregue um helicóptero HH-101A Caesar da Marinha Italiana, e aeronaves de patrulha marítima Atlantique 2 da França, CN235-100M da Turquia, CP 140 Aurora do Canada e P-3C Orion dos Estados Unidos. Estes meios aéreos serão operados a partir da Base Aérea de Sigonella da Força Aérea Italiana e estarão dependentes do Comando Aéreo Marítimo da NATO (COMMARAIRNATO). Em apoio ao exercício naval, as Forcas Armadas Italianas participam com meios materiais e humanos da Base Naval de Augusta e da Base Aérea de Sigonella.O DYMA 15 tem como finalidade proporcionar a todos os integrantes um treino de guerra complexo e desafiante e com isso contribuir para o aumento da interoperabilidade, proficiência e segurança nas missões de guerra anti-submarina e anti-superfície.

Cada navio que integra o comando tático da SNMG-2 terá a oportunidade de conduzir uma variedade de operações de guerra anti-submarina. Os submarinos serão empregues em missões de caça aos navios de superfície, e serão por eles caçados em estreita coordenação com os meios aéreos e de superfície.Os eventos serão monitorizados em tempo real por um grupo de especialistas, e os resultados transmitidos aos submarinos, navios de superfície e aeronaves. Este procedimento permitirá acelerar os processos de tomada decisão e atuação, implementar ajustes e melhorar o desempenho dos integrantes do exercício.

Defensa.com
(Victor M.S. Barreira)

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