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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

No RJ, exercício simula fechamento do espaço aéreo para aviação de baixa altitude


Medida é necessária para evitar contaminação de aeronaves por radiação na atmosfera.

A simulação do fechamento do espaço aéreo para a aviação geral de baixa altitude na região de Angra dos Reis foi uma das ações da equipe da Força Aérea Brasileira (FAB) no segundo dia do exercício de emergência nuclear.  O exercício é realizado na usina Angra 1 desde terça-feira (22/09). O objetivo é treinar a coordenação aérea, necessária durante uma situação real, para proteger as aeronaves de uma possível contaminação com a pluma radiológica, que é a propagação da radiação na atmosfera.


Segundo o Chefe das Operações Aéreas do Terceiro Comando Aéreo Regional (III COMAR), Tenente-Coronel Walter Carrocino Neto, foi simulada a emissão de um NOTAM (notificação aos aeronavegantes), procedimento indicado numa situação real. “A partir de agora o direcionamento da pluma radioativa será acompanhado para verificar a altitude e se há necessidade de ampliar a interdição do espaço aéreo”, explica o Tenente-Coronel, representante da FAB no Centro de Coordenação e Controle de Emergência Nuclear (CCCEN).


Instrução para os moradores da região - O coordenador geral do exercício, Capitão-de-Mar-e-Guerra Jair dos Santos Oliveira, explica que, apesar de não alterar o cotidiano dos moradores da região, o exercício é uma oportunidade de i Sargento Rocha/III COMARnstruir a população local sobre como agir em uma situação de emergência real. “Está sendo veiculada na região uma intensa campanha de comunicação social, principalmente na TV, no rádio, em outdoors, além da distribuição de cartilhas e panfletos educativos”, diz.


De acordo com ele, além da previsão da pluma radioativa, a participação dos hospitais de campanha da Marinha e do Exército em ações de atendimentos a pessoas supostamente contaminadas ou radioacidentadas é uma das novidades para este ano. “O principal objetivo é verificar o tempo de resposta das equipes envolvidas e a interligação dos três centros de emergência”, afirma, referindo-se ao Centro Nacional de Gerenciamento de Emergência Nuclear, Centro Estadual de Gerenciamento de Emergência Nuclear e ao Centro de Coordenação e Controle de Emergência Nuclear do município de Angra dos Reis.


O exercício reúne  500 participantes de 58 entidades das várias esferas da administração pública, além do apoio logístico de dois navios, quatro lanchas, três helicópteros e 100 viaturas operacionais.

Agência Força Aérea.

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