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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Sistema da Saab torna possível a integração das simulações Viva, Virtual e Construtiva em um dos maiores exercícios de simulação da América Latina

FT SU Bld pronta para o cumprimento da missão. Viaturas e pessoal calçados com simuladores laser instrumentados, o que permitiu o acompanhamento das ações em tempo real

Na última quarta-feira (23), o Exército Brasileiro encerrou um dos maiores exercícios de simulação integrada da América Latina, denominado Operação Centauro 2015, do qual participaram 386 militares, desde o dia 14 de setembro. Ao utilizar o software Wise, da Saab, a Força Terrestre integrou as simulações Viva, Virtual e Construtiva, que foram realizadas em locais diferentes, no Rio Grande do Sul. O evento contou com a participação de autoridades brasileiras e representantes de exércitos de países vizinhos.

Estiveram presentes, entre outras autoridades, o Comandante de Operações Terrestres (COTER), General de Exército Araken de Albuquerque, o Comandante Militar do Sul (CMS), General de Exército Antônio Hamilton Martins Mourão, o Comandante da 3ª Divisão de Exército (3ª DE), General de Divisão José Carlos Cardoso, o 1º Subchefe do COTER, General de Brigada José Eduardo Pereira, e o Comandante da 6ª Brigada de Infantaria Blindada (6ª Bda Inf Bld), General de Brigada Fábio Benvenutti Castro. Representantes dos Exércitos da Colômbia e Argentina estiveram presentes, assim como do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil.

Militar da FT SU Bld traja o simulador pessoal BT47 e realiza o tiro com o simulador do AT4 em uma VBTP M113.
As simulações Viva – que ocorreu no Centro de Instrução Barão de São Borja (CIBSB), na cidade de Rosário do Sul –, Virtual – que desenvolveu-se no Centro de Instrução de Blindados (CI Bld), em Santa Maria – e Construiva -  que foi conduzida no Centro de Adestramento Simulado de Postos de Combate (CAS-PC), também em Santa Maria, distante cerca de 150 quilômetros da Viva –, foram integradas a partir do software Wise, da Saab, que converte e converge os dados dos três tipos de simulação, formando uma ação em ambiente único, ou seja, o que acontece numa das simulações, afeta as demais.
 

Militar da FOROP/CAAdEx, em seu uniforme peculiar e trajando o simulador pessoal BT47, conduz o simulador do AT4 para sua posição de tiro.
“A simulação é o futuro do adestramento, pois podemos verificar os problemas de posicionamento da tropa e corrigi-los”, explica o General Mourão. “Com a integração das simulações, a tropa viva tem melhores condições de cumprir a missão”, complementa.

“Esse exercício coloca o Exército Brasileiro em um patamar de modernidade muito avançado, no qual pudemos integrar três tipos de simulação no mesmo cenário e o impacto causado foi o mais positivo possível”, aponta o Coronel Paulo Eduardo Ribeiro, Chefe da Divisão de Simulação de Combate do COTER. “A gente pretende que, num futuro próximo, a Força Terrestre esteja usando essa ferramenta para capacitação e melhoria do treinamento de seu pessoal”.

“A Saab tem uma relação antiga com o Exército Brasileiro. Estamos certos de que o uso da simulação pelas Forças Terrestres traz muitos ganhos, pois é realístico, possibilita o feedback imediato e uma avaliação detalhada das ações”, aponta Marianna Silva, diretora geral da Saab no Brasil, que esteve presente no treinamento.

Leo 1A5 BR, calçado com o simulador laser BT46, à espreita. Pode-se notar ao fundo, à direita, lançador dos pirotécnicos que irão simular os efeitos visual (fumaça) e sonoro (estampido) dos tiros disparados durante a ação.
Além do Wise, a Saab trouxe da Suécia 1,5 tonelada de equipamentos, como o EXCON Desdobrável e seis simuladores BT46, que foram instalados em VBC Leopard 1A5 BR. Todo o material foi facilmente integrado aos demais equipamentos da Saab que dotam o Centro de Avaliação de Adestramento do Exército (CAAdEx), sediado no Rio de Janeiro (RJ). Seis técnicos da Saab prestaram apoio direto à tropa durante todo o exercício.

Saab.

Um comentário:

  1. Excelente! Estamos começando a aprimorar conceitos de simulação viva, realizando modelagens cada vez mais precisas a partir das experiências acumuladas, ou seja, trabalhando no terreno e reproduzindo com a maior fidelidade possível as condições críticas do combate, o mais próximo da realidade, levantando e compilando dados a fim de trabalhar simultaneamente os elementos do DOAMEPI (Doutrina, Adestramento, Material, Educação, Pessoal e Infraestrutura), entre outros. Interessante visualizar o vídeo ilustrativo de parte das operações através do link https://vimeo.com/139974535.

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