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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Forças de Operações Especiais se preparam para as Olímpiadas 2016

As Forças de Operações Especiais atuam em situações contraterrorismo e em operações urbanas
Marinha, Exército e Aeronáutica e agências públicas de segurança se integram para agir em situações contraterror e de combate urbano

Goiânia, 13/11/2015 - O Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro realiza, até esta sexta-feira (13), treinamento conjunto com as Forças Armadas, visando garantir a segurança dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos 2016. O adestramento integra as unidades de Operações Especiais da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, e tem como tema o combate urbano e ações contraterrorismo.

Coordenado pelo Ministério da Defesa junto ao Comando de Operações Especiais do Exército (Copesp), o exercício teve inicio, no último domingo (14), e ocorre na sede do Copesp, em Goiânia (GO). Além das Forças Armadas, integrantes da Força Nacional e da Policia Rodoviária Federal também participam do treinamento, que possui dentre os principais objetivos fomentar a integração na atuação conjunta das Forças e das agências públicas de segurança.


O coronel Alessandro Visacro, comandante do 1º Batalhão de Forças Especiais (1º BFEsp), que integra o Copesp, expõe em quais situações o treinamento desempenhado no local é utilizado pelos militares. “Em Operações de Garantia da Lei da Ordem (GLO), operações de patrulhamento faixa de fronteira e operações urbanas”, exemplifica. O BFEsp é um centro de comando operativo da Força Terrestre responsável por planejar e conduzir as operações especiais.

Uma das ações realizadas durante o treinamento foi a entrada tática, que é o momento em que os militares das Forças Especiais adentram em compartilhamentos, simulando ações de combate urbano. Cerca de dez militares percorrem os cômodos mobiliados com objetos e alvos de papelão e entram ação atirando com munição real, conforme as instruções passadas anteriormente pelos orientadores. Estes compartilhamentos fazem parte da estrutura física do Copesp e são usados para oferecer maior realidade a esses tipos de treinamento.

Os integrantes das Forças Especiais possuem nível diferenciado em relação aos outros militares e podem ser considerados a tropa de elite das Forças. O tenente Thiago Pontes de Miranda do Batalhão de Ações de Comando de Operações do Exército conta um pouco sobre a experiência de participar desta equipe. “Para mim tem grande valia porque quando atuava na tropa convencional não adquiria a experiência operacional que estou obtendo aqui”, compara.

A importância de treinamentos como o que é realizado em Goiânia foi destacada pelo comandante de Operações Especiais, general Mauro Sinott Lopes. Ele explica que os participantes do curso irão replicar o que aprenderam para as agências públicas de segurança estaduais como as policias estaduais, a defesa civil, entre outros.

O general salienta ainda que o treinamento deve ser concluído até o dia 1⁰ de maio de 2016, quando haverá a chegada da Tocha Olímpica para os Jogos Olímpicos. Sinott ressalta que as Forças Armadas atuam como Comando Conjunto em grandes eventos, unificando os meios da Marinha do Brasil, do Exército e da Força Aérea. “As três Forças vão atuar de forma complementar com os meios de segurança pública durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016”, explica.


O comandante de Operações Especiais destaca que este trabalho conjunto não começou neste ano para as Olimpíadas. “Estamos aperfeiçoamento as melhores práticas que ocorreram em outros eventos como Copa das Confederações em 2013, a Jornada Mundial da Juventude e a Copa do Mundo”, finaliza.
O adestramento

O treinamento conjunto contraterrorismo e de combate urbano contou com a participação das Forças de Operações Especiais da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, dentre eles; o Comando de Operações Especiais do Exercito (1º Batalhão de Forças Especiais e 1º Batalhão de Ações de Comandos); o Esquadrão de Aeroterrestre de Salvamento da Força Aérea Brasileira; o Batalhão de Forças Especiais, da Força de Fuzileiros da Esquadra, e o Grupo de Mergulhadores de Combate da Marinha do Brasil.

Ministério da Defesa

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