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domingo, 6 de dezembro de 2015

Fronteiras e visto liberado são pontos de desconfiança para a Rio-2016

Segurança para a Olimpíada ganha os holofotes após atentados na França. Áreas foram alvo de críticas por serem supostas brechas no país.

Ao mesmo tempo em que as autoridades evitam alardear os riscos de ataques terroristas nos Jogos do ano que vem, o Brasil não está livre de falhas. A vulnerabilidade das fronteiras nacionais tem sido apontada como uma das dores de cabeça na tentativa de promover uma edição segura da Olimpíada.

Em novembro, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes, levou a público o problema. Ele disse que a falta de integração entre os órgãos de controle interno, como Polícia Federal, Polícia Militar e Receita Federal, preocupa e já foi notificada ao governo.

Procurado pelo LANCE!, o Ministério da Justiça rebateu as informações, em nota oficial.

“O trabalho é integrado entre as persas instituições envolvidas, inclusive as que atuam na fronteira. O Ministério da Justiça passou a dedicar grande parte de seus investimentos para a região. De 2012 para cá, considerando o ano atual, somente o MJ já direcionou o total de R$ 953.540.539,00 para a faixa de fronteiras, não incluindo nesses gastos as despesas obrigatórias, como despesas de pessoal”, informou a pasta.

De quebra, o clima no comando militar da Olimpíada andou tumultuado recentemente. A chefia do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) foi alterada, com a saída do general do Exército José Carlos de Nardi, que deu lugar ao almirante Ademir Sobrinho.

LANCE! (SP)

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