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sábado, 5 de dezembro de 2015

Livro Branco da Defesa da Argentina é lançado no Brasil

Brasília, 4/12/2015 – O Livro Branco do Ministério da Defesa da Argentina foi lançado na manhã desta terça-feira (4), em Brasília. Esta é a terceira edição da publicação.

Durante a abertura do evento, o diretor do Instituto Pandiá Calógeras (IPC), professor Antonio Jorge Ramalho, ressaltou a importância da troca de experiências entre países da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL). “Um evento como esse nos permite o compartilhamento e o debate de temas relacionados à Defesa, além disso, contribui para no processo de produção e atualização dos documentos estratégicos do Ministério da Defesa do Brasil”, afirmou.


A estrutura organizacional e algumas das principais leis e decretos que regem as Forças Armadas e o Ministério da Defesa da Argentina foram apresentadas pela coordenadora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Ministério da Defesa daquele País, Malena Conde.

“A Argentina busca uma cooperação eficaz fundada no princípio da reciprocidade e benefício mútuo entre os nossos países, com base em interesses comuns. Além de contribuir para a paz e a segurança internacional”, ressaltou Malena.

O processo de atualização do Livro Branco da Argentina começou em junho de 2014. Em novembro do ano passado, foi realizado um Workshop sobre Formulação de Livros Brancos da América do Sul, na Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro. “A possibilidade de conhecer o processo de elaboração dos documentos estratégicos de Defesa de outros países contribuiu para a atualização do Livro Branco da Argentina”, salientou Malena.

Sistema de inteligência


O sistema de inteligência da Argentina também foi discutido durante o evento. Na ocasião, o chefe da Direção Nacional de Inteligência do Ministério da Defesa daquele País, Adrian Roman, abordou, entre outros assuntos, a legislação, normas e a estrutura organizacional do sistema de inteligência da Argentina.

Adrian também destacou que a realização de seminários de intercâmbio na área inteligência entre os países que fazem parte da UNASUL é fundamental para que visões comuns possam ser debatidas.

Troca de experiência

De acordo com o chefe da Assessoria Especial de Planejamento (Asplan) do Ministério da Defesa do Brasil, José Celso Cardoso Jr, “o Livro Branco proporciona o aumento da confiança mutua baseada na transparência e na explicitação das formas de organização e funcionamento das Forças Armadas e da Defesa dos países”.

José Celso também lembrou os períodos difíceis que os países que compõe a Unasul enfrentaram. “Quase todos os países do continente americano vivenciaram momentos complicados ao longo do século XX e, agora no século XXI, buscam consolidar uma trajetória de afirmação democrática e soberana em cada um dos seus espaços nacionais, mas isso só é possível se houver uma perspectiva de integração genuína baseada na confiança mutua e na transparência das ações sobretudo no campo militar da Defesa”, concluiu.


Ministério da Defesa

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