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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Guerra eletrônica é tema de curso em Natal (RN)

Militares participam de curso sobre guerra eletrônica.

Capacitação qualifica militares para utilizar os equipamentos de guerra eletrônica a bordo das aeronaves.

Cerca de 70 alunos, sendo 66 militares da Força Aérea Brasileira (FAB), três da Marinha e um do Exército, participam até quarta-feira (20/05) do Curso Doutrinário de Guerra Eletrônica (CDGE). Realizada pelo Grupo de Instrução Tática e Especializada (GITE), a capacitação começou nessa segunda-feira (11/04), na Base Aérea de Natal (BANT).

Ao longo de quatro semanas, os alunos participarão de instruções teóricas sobre a evolução da guerra eletrônica, conceitos básicos de radar, medidas de ataque e proteção eletrônica, guiamento de mísseis, entre outras. Além destas, ainda estão previstas instruções práticas no laboratório de guerra eletrônica do GITE, que possui equipamentos modernos com os quais é possível modelar um ambiente complexo na área radar.

Segundo o instrutor, Major Especialista em Comunicações Wellington Guilherme da Silva, o curso ensina o conceito doutrinário da Guerra Eletrônica aos alunos, para que eles possam tirar melhor proveito dos equipamentos embarcados em suas plataformas. "Por mais avançado que seja o equipamento, ele se torna obsoleto com o tempo, mas os conceitos permanecem", complementa.

Durante o curso, serão realizados experimentos para contextualizar os fundamentos de radar, processamento analógico e digital de sinais, rastreio de alvos e bloqueio e despistamento eletrônico de antenas com varredura eletrônica. A reprodução destas situações em laboratório facilita a compreensão de conceitos básicos para tripulações de combate, contribuindo para aumentar a probabilidade de sobrevivência de pilotos e suas plataformas nas várias missões no teatro de operações aéreas.

O Tenente Sérgio Augusto Puhle, do Esquadrão Jambock, é um dos alunos. “Acredito que poderei servir como um elo disseminador de tudo que venho aprendendo aqui.

 Sou piloto de F-5 e tenho vários equipamentos de guerra eletrônica a bordo. Assim poderei tirar o máximo proveito deles no meu próximo voo", conta.

Fonte: GITE

Edição: Agência Força Aérea  

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