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segunda-feira, 6 de junho de 2016

No trajeto olímpico, Complexo do Alemão exibe derrota da pacificação




Mais de R$ 700 milhões foram investidos em obras no Complexo do Alemão na ultima década.

Políticos, ONGs e artistas de Hollywood subiram o morro para celebrar a ocupação das comunidades pelos militares em 2010. A região virou até cenário de novela da Globo em horário nobre.

Mas, a menos de três meses da abertura da Rio-2016, o Alemão –às margens de uma das principais vias do trajeto olímpico, a Linha Amarela– está longe de ser área pacificada, apesar de contar com quatro UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora).

Moradores são obrigados a conviver com tiroteios frequentes e toque de recolher do tráfico, dominado pelo Comando Vermelho.

Em maio, sete pessoas foram feridas a bala e duas outras morreram: uma moradora e um policial militar.

Na tarde do domingo (22), uma mulher de 21 anos foi atingida por dois tiros na perna ao descer de um ônibus próximo à Grota, uma das comunidades mais povoadas.

Segundo a ONG Voz das Comunidades, formada no complexo, oito mortes foram registradas na região desde o início do ano –sete de moradores e um de um policial.

Além dos mortos, outras 20 pessoas ficaram feridas: 13 moradores e sete militares. Mais de R$ 700 milhões foram investidos em obras no Complexo do Alemão na última década.

Políticos, ONGs e artistas de Hollywood subiram o morro para celebrar a ocupação das comunidades pelos militares em 2010. A região virou até cenário de novela da Globo em horário nobre.

Mas, a menos de três meses da abertura da Rio-2016, o Alemão –às margens de uma das principais vias do trajeto olímpico, a Linha Amarela– está longe de ser área pacificada, apesar de contar com quatro UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora).

Moradores são obrigados a conviver com tiroteios frequentes e toque de recolher do tráfico, dominado pelo Comando Vermelho.

Em maio, sete pessoas foram feridas a bala e duas outras morreram: uma moradora e um policial militar.

Na tarde do domingo (22), uma mulher de 21 anos foi atingida por dois tiros na perna ao descer de um ônibus próximo à Grota, uma das comunidades mais povoadas.

Segundo a ONG Voz das Comunidades, formada no complexo, oito mortes foram registradas na região desde o início do ano –sete de moradores e um de um policial.

Além dos mortos, outras 20 pessoas ficaram feridas: 13 moradores e sete militares.

Folha de S.Paulo


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