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domingo, 17 de julho de 2016

Militares do Exército de olho nas câmeras dos Jogos



Rio de Janeiro (RJ) - Quem visita o Centro de Operações Rio (COR), na região central do Rio de Janeiro, surpreende-se com a quantidade de telões e ferramentas para monitorar as operações da cidade. São 104 telas, que apresentam dados meteorológicos, de trânsito e de funcionamento dos serviços básicos. É nesse ambiente que mais de cem pessoas, entre elas, militares do Exército Brasileiro, atuarão durante os Jogos Rio 2016, durante 24 horas por dia. O monitoramento, com foco no Grande Evento, começa no dia 1º de agosto e segue até 20 de setembro, após o encerramento dos Jogos Paralímpicos.


Desde 11 de julho, oito sargentos do Exército preparam-se para o início das atividades. Eles trabalharão na sala de controle do COR, em um espaço chamado “Bancadas Olímpicas”. São setores de monitoramento que acompanham a Agenda Olímpica, com atenção para as regiões da Barra (onde estão localizados o Parque Olímpico e outras instalações esportivas), de Copacabana (que abrange, também, a Lagoa e a Marina da Glória), de Deodorodo (que inclui o Complexo Esportivo de Deodoro) e do Maracanã (que inclui o Complexo Esportivo do Maracanã, o Engenhão e o Sambódromo). Cada time regional conta com assessores, responsáveis por identificar possíveis ocorrências que demandem acionamento de serviços públicos.


O Exército e 30 órgãos (secretarias municipais e concessionárias de serviços públicos) estão integrados no prédio do COR, para monitorar as operações da cidade e minimizar seus impactos na rotina do cidadão. Durante 24 horas por dia, sete dias por semana, o Centro busca antecipar soluções, alertando os setores responsáveis sobre os possíveis riscos e as medidas urgentes que devem ser tomadas, em caso de emergências como chuvas fortes, deslizamentos e acidentes de trânsito.


As informações chegam por imagens de mais de mil câmeras, posicionadas em todas as regiões e monitoradas de forma integrada em um telão de 65 metros quadrados. Com a ajuda dessa e de outras tecnologias, situações de crise podem ser gerenciadas e até mesmo evitadas, a partir de um único lugar.

A Força nas Olimpíadas - Exército Rio2016 - Exército Brasileiro

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