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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Novo comandante assume operação russa na Síria



Nikolai Litôvkin, Gazeta Russa


Tenente-general Aleksandr Juravlev tem missão de reverter quadro contra militantes do Estado Islâmico (EI), que avançaram novamente junto aos arredores de Palmira.

O tenente-general Aleksandr Juravlev, primeiro vice-comandante do Distrito Militar do Sul da Rússia, foi nomeado como comandante das forças russas na Síria, segundo informou o jornal “Kommersant”. A missão principal do novo comandante será conter novo avanço do Estado Islâmico (EI) em direção à cidade histórica de Palmira.

Os militantes do grupo terrorista iniciaram uma ofensiva e tomaram diversos postos avançados em periferias do leste da cidade durante o período de “transição” de comandantes das tropas aeroespaciais russas na Síria – o ex-comandante da operação, o coronel-general Aleksandr Dvôrnikov, foi designado ao posto de comandante do Distrito Militar do Sul da Rússia.

“O primeiro objetivo do comandante será destruir os militantes perto de Palmira. Para isso, o Ministério da Defesa da Rússia já usou um grupo de seis bombardeiros estratégicos Tu-22M3, cada um com oito toneladas de bombas de alto poder explosivo”, disse o observador militar Dmítri Litóvkin, à Gazeta Russa.

Os ataques foram conduzidos nos subúrbios orientais de Palmira, que englobam as regiões de Es Sukhne e Arak, nos dias 12, 14 e 21 de julho.

Devido ao avanço do EI, o Estado-Maior General russo também planeja implantar na região bombardeiros estratégicos Tu-95MS e Tu-160.

Além disso, o porta-aviões Almirante Kuznetsov, principal componente da frota russa, viajará em breve ao litoral sírio no Mediterrâneo. O navio transporta cerca de 10 helicópteros Ka-52K, que serão usados no conflito pela primeira vez, assim como 15 caças Su-33 e Mig-29K.

Pessoa ‘fechada’

O novo comandante se formou na Academia de Tropas de Tanques Blindados há 20 anos e trilhou seu caminho de chefe de gabinete de um regimento de tanques até o comando de uma divisão de rifles motorizados no Extremo Oriente.

“Por um tempo, ele serviu no Cáucaso, e, em 2015, foi enviado para a Síria como vice-comandante da operação”, disse Litóvkin, antes de descrever Juravlev como uma “pessoa fechada”.

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