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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

EI faz anúncios em português, e EUA orientam Brasil na segurança da Olimpíada



The New York Times Simon Romero e Michael S. Schmidt

No Rio de Janeiro

Preocupado com possíveis ataques terroristas durante a Olimpíada no Rio de Janeiro, o governo brasileiro está trabalhando em estreita colaboração com os serviços policiais e de inteligência dos EUA para identificar ameaças e conter potenciais desastres durante os Jogos Olímpicos.

Apesar de suas famosas batalhas contra o crime violento, o Brasil foi, de modo geral, poupado dos infames atentados terroristas que abalaram o mundo nos últimos anos. As autoridades brasileiras há muito minimizam a vulnerabilidade do país ao extremismo local.

Mas os jihadistas estão propondo distúrbios nos Jogos, dando sequência à onda de assassinatos na Europa, nos EUA e em outros lugares no último ano, que inclui o massacre de 130 pessoas em Paris e ataques de "lobos solitários" inspirados pelo Estado Islâmico. Isto levantou amplos temores sobre os preparativos de segurança no Brasil para os Jogos.

As autoridades americanas vêm treinando unidades antiterrorismo locais para enfrentar ataques químicos e biológicos. Elas ajudam a identificar alvos frágeis como restaurantes, boates e shopping centers que ficam distantes dos locais olímpicos bem guardados. E trabalham há vários meses treinando a polícia e os militares brasileiros em grandes eventos esportivos nos EUA, como o Super Bowl [final do campeonato de futebol americano], em fevereiro.

A cooperação marca um notável reaquecimento nas relações depois da comoção em 2013 sobre a vigilância de líderes políticos brasileiros pela Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês). E a mudança ficou bem nítida no mês passado, quando investigadores brasileiros revelaram que o FBI os ajudou a identificar e rastrear vários dos dez homens presos sob suspeita de planejar ataques para um grupo islamista brasileiro chamado Defensores da Sharia.

Os americanos estão tendo um papel chave para identificar as áreas que precisamos examinar"

Rafael Brum Miron, promotor na cidade de Curitiba

"Não sei como o FBI conseguiu essa inteligência, mas afinal foi uma pista muito valiosa", acrescenta Miron.

Os temores de terrorismo são comuns antes de qualquer Olimpíada. Mas a frequência dos ataques recentes em todo o mundo -- e a relativa inexperiência do Brasil em enfrentar o terrorismo -- levou a uma sensação de urgência no Rio.

Há semanas o EI vem traduzindo sua propaganda principal para português e anunciando que precisa de pessoas que falem a língua, no que os analistas temem que seja uma tentativa de recrutar e criar uma rede no Brasil para atacar durante os Jogos.

Os canais da jihad têm aumentado os apelos a ataques. Em 19 de julho, um canal intitulado "Inspire the Believers!" [Inspirem os fiéis] no Telegram, um app de telefone criptografado, aconselhou que "os lobos solitários de qualquer lugar do mundo podem ir para o Brasil agora. Vistos e passagens para o Brasil serão muito fáceis de conseguir in sha Allah".

Noticias UOL

2 comentários:

  1. Rafael Brum Miron, promotor na cidade de Curitiba

    "Não sei como o FBI conseguiu essa inteligência, mas afinal foi uma pista muito valiosa", acrescenta Miron.
    ....
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    rapaz, eles acharam os bandidos porque são bons no que fazem, trabalham e são cobrados... é esse servidorismo matado do brasil que quem devia vigiar não vigia... olha pro outro lado...

    ResponderExcluir
  2. Rafael Brum Miron, promotor na cidade de Curitiba

    "Não sei como o FBI conseguiu essa inteligência, mas afinal foi uma pista muito valiosa", acrescenta Miron.

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    prefeito analfa, sabe pq eles conseguiram? porque são bons no que fazem e treinaram pra fazer isso, em vez de ficar enrolando na hora do trabalho, fazendo tudo do jeitinho que quer, porque é servidor público e não vai ser demitido.... o servidor público nosso está para o deles, como um macaco que anima o seu chefe no circo

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