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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Equipes de busca continuam à procura de vítimas do avião militar russo que caiu no mar Negro



As equipes de resgate continuam à procura de vítimas do avião militar russo que se despencou perto da costa de Sochi, na Rússia.

A aeronave saiu de Moscou com destino a uma base russa na cidade síria de Latakia. Desapareceu dos radares no Mar Negro, pouco depois de descolar do aeroporto de Sochi.

A bordo seguiam 84 passageiros e oito membros da tripulação. 92 pessoas no total.

Até a manhã desta segunda-feira, tinham sido retirados do mar onze corpos e mais de 150 fragmentos do avião.

De acordo com o Ministério da Defesa, o aparelho fabricado há 33 anos, tinha sido reparado pela última vez em dezembro de 2014. A última revisão foi feita em setembro.

O ministro dos Transportes russo, Maxim Sokolov, disse, em comentários transmitidos na televisão, que o acidente deverá ter sido causado por uma falha técnica ou um erro do piloto e descartou a hipótese de um atentado terrorista.

A bordo seguia a médica Elizaveta Glinka. Presidente da fundação “Ajuda Justa” e conhecida ativista, acompanhava um carregamento humanitário destinado a um hospital sírio.

No avião militar viajavam ainda nove jornalistas e repórteres de imagem, de três canais estatais.

Militares e 64 membros do coro Ensemble Alexandrov também seguiam a bordo para participar nas festividades de Ano Novo numa base aérea na Síria.

Vladimir Putin anunciou dia de luto nacional para esta segunda-feira.

Euronews

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