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quinta-feira, 2 de março de 2017

USAF estuda usar Super Tucano para combater Estado Islâmico



A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF – sigla em inglês), diante de uma guerra potencialmente prolongada contra o Estado Islâmico, está examinando a adoção de uma nova frota de aviões de “ataque leve”. A aeronave seria capaz de realizar ataques aéreos contra o o grupo terrorista por um investimento menor do que o F-16 Fighting Falcon ou o F / A-18 Super Hornet. As opções disponíveis poderiam incluir o avião A-29 Super Tucano da Embraer, que os Estados Unidos entregou ao Afeganistão e a outros aliados, e o AT-6 da Beechcraft, uma versão que os militares dos EUA já usam em treinamento de pilotos.

O alto comando da USAF discutiu a proposta várias vezes nas últimas semanas. Para ele, os aviões poderiam suplementar aeronaves existentes, incluindo aviões não tripulados, em regiões onde não há inimigo capaz de derrubar aviões norte-americanos. O general David L. Goldfein, oficial superior do serviço, disse que a proposta faz parte de um diálogo contínuo que remonta a anos e poderia incluir em breve uma experiência em que as empresas privadas demonstram o que os aviões podem fazer.

“Não estou interessado em algo que exige muita pesquisa e desenvolvimento“, disse Goldfein durante uma recente visita ao Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais. “Eu estou procurando algo que eu possa obter agora, comercialmente, de baixo custo, que pode operar em um ambiente incontestado, que pode entregar as capacidades de que precisamos, que também pode ser algo que talvez nossos aliados e parceiros que estão nesta luta com a gente usem”.

O experimento será seguido de esforços similares no Iraque e nos Estados Unidos. No mais recente, o Comando Central dos EUA implantou dois Broncos OV-10G bimotores, do Vietnã, emprestados pela NASA ao Iraque em 2015, pilotando-os em missões contra o Estado Islâmico para avaliar como os aviões de ataque leve poderiam ajudar a guerra no ar.

Funcionários da Força Aérea estimam que o custo de voar um avião a turbohélice como o A-29 ou AT-6 seria de poucos milhares de dólares por hora. Em comparação, custa cerca de US$ 18 mil por hora para voar o caça de ataque A-10. Outros custos são: US$ 19 mil para o F-16; US$ 24 mil para o F-15E; US$ 42 mil para o F-35A; US$ 44 mil para o AC-130J; US$ 62 mil para o F-22A; US$ 63 mil para o B-52; US$ 77 mil para o B-1B; e US$ 120 mil para o B-2, de acordo com estatísticas de serviço.

Indústria de Defesa & Segurança via Washington Post

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