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sábado, 20 de janeiro de 2018

Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) completa 40 Anos


Em comemoração aos seus 40 anos de existência, Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), subordinada diretamente ao Comando de Operações Especiais realizou uma cerimônia na manhã desta sexta-feira (19/01/2018), em sua sede no bairro de Laranjeiras, na Zona Sul da capital fluminense. O evento contou com a presença do secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, Roberto Sá, do Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro, do representante do Ministério Público Federal, de ex-comandantes do BOPE, de autoridades civis e militares, e de mídia especializada em defesa nacional, que participaram da solenidade.






Um dos pontos altos da comemoração foi a inauguração da obra de arte de Rodrigo Camacho, que usou 10 mil cartuchos para concluir esse trabalho que pesa 70kg ,mede 1,20m e foi feito em homenagem aos 40 anos do BOPE, teve ate fila para tirar foto e selfie da arte.






Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) é uma força de intervenção da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), responsável por atuar em situações críticas, sendo a reserva tática de pronto emprego da Corporação. Seu efetivo é voluntário, formado por policiais de elevado preparo técnico, tático e psicológico.





Hoje o BOPE é conhecido em todo o Brasil e também fora dele. Muito se fala se escreve e se produz sobre a unidade. No entanto, trata-se de um batalhão com mais de três décadas de existência, com trajetória ampla e diversificada, na busca constante da excelência operacional. Seu atual comandante é o Tenente Coronel Alex Benevenuto Santos.



Histórico.




 
A ideia de criar o BOPE surgiu após o trágico desfecho da ocorrência com reféns no Instituto Penal Evaristo de Moraes, conhecido como “Galpão da Quinta”, em 1974. Na ocasião o diretor do presídio, o Major PM Darcy Bittencourt, que era mantido refém pelos criminosos que tentavam fuga, foi morto juntamente com alguns presos após a intervenção da força policial. O então Capitão PM Paulo César de Amêndola, que presenciou o gerenciamento daquela crise, propôs ao Comandante Geral a criação de um grupo de policiais que fossem especificamente treinados para atuar em ações de extremo risco.



Dessa forma, em 19 de janeiro de 1978 foi criado o Núcleo da Companhia de Operações Especiais (NuCOE), instalado no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), em Sulacap.



Os policiais que formaram o NuCOE eram voluntários, dotados de comprovada integridade moral e alguns possuíam especialização nas Forças Armadas, tais como o Estágio de Operações Especiais, Curso de Guerra na Selva ou o Curso de Contra Guerrilha – CONGUE (origem do Curso Especial de Comandos Anfíbios – ComAnf).



Em 1982, o núcleo mudou sua designação para Companhia de Operações Especiais (COE), passando a funcionar nas instalações do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), no Estácio. Após seis anos, o COE transformou-se na Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE), porém sua instalação continuou sendo dentro do BPChq.

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