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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Esquadrão HS-1 completa 53 anos


O Primeiro Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1) foi fundado em 28 de maio de 1965. Situado na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro, operou até agosto de 2012 com as aeronaves SH-3 “Seaking” e, desde então, conta com helicópteros SH-16 “Seahawk”.

Estas aeronaves foram adquiridas junto à empresa Sikorsky, de um lote de seis helicópteros, mediante acordo celebrado em maio de 2008 com o Governo dos Estados Unidos da América, e substituiram os SH-3A/B “Seaking”, que prestaram bons serviços por mais de 40 anos.


As aeronaves SH-16 são empregadas em proveito das Forças Navais, na “Amazônia Azul”, com a capacidade de realizar tarefas de detecção, localização, acompanhamento, identificação e ataque a alvos de superfície e submarinos, além de ações de busca e salvamento. O SH-16 possui características estruturais e de projeto que lhe conferem maior robustez, resistência e confiabilidade, tais como: redundância dos sistemas de controle de voo e sistemas hidráulicos; e tolerância balística das pás do rotor principal para calibres de até 20 mm. Seus equipamentos aviônicos e sensores são de última geração e podem ser armados com Metralhadora Lateral, Torpedos Anti-Submarino e Míssil Anti-Navio.

Em 2008, foram adquiridas 4 aeronaves Sikorsky S-70B Seahawk, e em 2011 mais duas unidades, de um total que poderá chegar a 12.


O modelo adquirido pela MB é uma versão customizada do MH-60R da US Navy, capaz de realizar missões ASW e ASuW, cujas principais diferenças são o sonar HELRAS, MAS Penguin e rádios Rhode&Shwartz.

Sua principal missão será a guerra antissubmarino (ASW) e utilizará o sonar DS 100 HELRAS (Helicopter Long-Range Active Sonar), torpedos MK.46 e cargas de profundidade. Para missões de guerra ar-superfície (ASuW) utilizará o seu radar AN∕APS-143(C)V3 e mísseis AGM 119B Penguin MK2 MOD7, com alcance de cerca de 18 milhas náuticas e guiagem IR.

A incorporação do Seahawk no HS-1 representa o nascimento de uma nova família de Aeronaves Navais para a Marinha do Brasil. Ela trará uma nova dimensão operacional à Marinha do Brasil, com participação de destaque nas operações Antissubmarino e de guerra de superfície.

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