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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Bolsonaro anuncia aprovação de joint venture entre Boeing e Embraer



Presidente utilizou sua conta no Twitter para informar sobre a decisão e afirmou que negócio “não afeta a soberania da Nação”

Tá liberada! O governo anunciou na noite desta quinta-feira, 10, a aprovação da parceria estratégica entre a Embraer a Boeing. Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a União não se opõe ao andamento do acordo e que "ficou claro que a soberania e os interesses da Nação estão preservados". A expectativa agora é de que a negociação seja concluída até o final de 2019.

Bolsonaro publicou uma foto de uma grande reunião que ocorreu no Palácio do Planalto para tratar do assunto, no final da tarde de hoje. Participaram do encontro representantes dos Ministérios da Defesa, Ciência e Tecnologia, Relações Exteriores, Economia e também das Forças Armadas. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que o encontro serviu para que fossem apresentados os termos das tratativas, iniciadas no governo Michel Temer.

As duas empresas firmaram, no mês passado, os termos da joint venture contemplando a aviação comercial da Embraer e serviços associados. A Boeing terá participação de 80% na nova empresa e a Embraer, os 20% restantes.

A brasileira e a americana também chegaram a um acordo sobre os termos de uma segunda joint venture para promover e desenvolver novos mercados para o avião multimissão KC-390. De acordo com a parceria proposta, a Embraer deterá 51% de participação na joint venture e a Boeing, os 49% Restantes.

Em nota divulgada ao mercado, a Embraer informou que, "como próximo passo do processo, o Conselho de Administração da Embraer deverá ratificar a aprovação prévia dos termos do acordo e autorizar a assinatura dos documentos da operação. Em seguida, a parceria será submetida à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo. Caso as aprovações ocorram no tempo previsto, a expectativa é que a negociação seja concluída até o final de 2019".

Segundo a Embraer, a parceria estratégica com a Boeing irá possibilitar a ambas as empresas acelerar o crescimento em mercados aeroespaciais globais.

Idas e vindas

Na semana passada, Bolsonaro levantou a possibilidade de revisão no acordo, que depende de aval do presidente. Depois das declarações, as ações da Embraer lideraram as quedas da B3, a bolsa paulista, com retração de 5,1%.

Na ocasião, Bolsonaro havia afirmado em entrevista que, segundo a última versão do contrato, informações tecnológicas podem ser repassadas à empresa de aviação americana. O presidente não detalhou, no entanto, que tipo de dados poderiam ser acessado, mas falou em proteção do patrimônio nacional.

Estadão Conteúdo.

3 comentários:

  1. Consegui pelo meu esforço chegar na EMBRAER. Fui admitido não como montador mas como Inspetor de Qualidade II, devido ao meu alto conhecimento aqui de fora, manutenção, e principalmente com os Bandeirantes, o qual serviu de base para a construção do EMB-120 Brasilia. Mas isso é só para dar um certo entendimento sobre o que vou falar. A empresa foi criada com capital do governo federal, por intermédio do do ITA e CTA e assim progrediu nas mãos de um eloquente e entusiasta Coronel da FAB aliado a um Engº Aeronáutico, Guido Fontegalante Pessoti, quem dirigiu todos os projetos da EMBRAER. A empresa já havia crescido assustadoramente com a produção dos Bandeirantes, em conjunto com outras aeronaves menores, e começou a despontar no cenário mundial, sendo o Bandeirante considerado o melhor avião do mundo na sua classe. O mesmo fato foi se comprovar com o Basilia, aonde a empresa começou a perturbar o cenário mundial de aviação comercial, principalmente nos EUA, aonde várias empresas começaram a adquirir o produto brasileiro devido o conhecimento que já tinham do Bandeirantes. O EMB-120 veio atropelando todas as grandes da aviação, principalmente as americanas, como exemplo a BOEING. De repente surgiu a ideia de ser privatizada e os motivos foram os mais diversos, inclusive de que o Governo não estaria em condições de bancá-la por muito mais tempo, ou seja, começava a sua decadência devido ao Governo da época, da nova concepção da presidência da EMB e ela com a necessidade de crescer se embrenhou em dívidas quase que impagáveis, mas continuou firme nos seus novos modelos, apresentando diversos tipos de jatos, das mais simples até mais complexas apresentações.Pelas conversas detrás dos panos como se fala, a EMBRAER "se deixou cair" numa situação aonde não teria como se sustentar, pois pela incompetência dos Governos não houve nenhuma ajuda a ela ou até mesmo a retomada do capital da empresa tornando-a estatal novamente. Ou seja, o produto nacional, menina dos olhos do Brasil, depois da PETROBRÁS, caiu no completo esquecimento e abandono do Governo brasileiro e acabou por ficar ao leu dos seus presidentes e diretores. Os funcionários transformaram-se em "números" para a empresa. Em determinado momento aparece uma falcatrua entre alguns, na venda de Tucanos, e a empresa se compromete com muitos milhões de dólares, provocando uma derradeira demissão em forma de PDV ou até de maneira comum, demissão mesmo, quando de repente aparece a notícia de que a EMBRAER iria se associar a BOEING. Dizem que ela não conseguiria se sustentar por no máximo cinco anos e acabaria por fechar. Como sempre, a verdadeira balela do brasileiro, governo, pois sempre foi assim, ou os senhores leitores esqueceram-se da fradulenta venda da VARIG, ou até mesmo da sua antecessora a PANAIR do Brasil. Sempre foi assim e continua sendo. Mas ninguém até hoje se preocupou em resgatar o que o governo do molusco ladrão Lula, fez com o nosso Nióbio, um dos produtos que se estivesse sendo comercializado da forma certa, certamente ajudaria "em todo" a EMBRAER, bem como a PETROBRÁS também. Pela falta de zelo, organização, moral, decência, visão política e social e muitas outras coisas o Brasil, devido aos seus último governos " democratas civis "criaram por osmose o crime de lesa pátria, deixando o Brasil perder a sua menina dos olhos com essa venda na qual a compradora fica com 80% e a nossa Embraer 20%, com a ressalva de que poderá vender seus ativos daqui a 20 anos e toda a nossa tecnologia, desenvolvida pelos Engenheiros brasileiros vai ser "dada", literalmente, a quem não conseguiu durante 75 anos, aproximadamente, derrubar o maior segmento de aviação comercial, o tal "hub", do mundo. Com a palavra o sr. Jair Messias Bolsonaro, nosso Presidente, que teve em suas mãos a oportunidade maior de se mostrar verdadeiramente o maior Presidente do Brasil e não fez o que deveria ser feito. Melar a venda e assumir o controle acionário da empresa e levá-la aonde deveria estar há muito tempo.

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  2. **""Parte anterior que suprimi devido ao tamanho do texto""**

    Eu que trabalhei na EMBRAER, conheci o potencial dela desde a época do Brasilia, mas antes já conhecia esse potencial até mesmo pelo entusiasmo brasileiro em querer construir um avião. Afinal de contas somos descendentes do pai da aviação; do homem que criou e fez voar o mais pesado que o ar; Santos Dumont. Desvirtuei de minha carreira, que era na parte de química, e me enveredei pela aviação. Tive uma carreira astronômica, mas isso é outra história pois o fato aqui é outra coisa.

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  3. Grande papel o senhor, excelência, fez com a EMBRAER.

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