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quinta-feira, 27 de agosto de 2020

MAIOR DRONE CONSTRUÍDO NO BRASIL ESTÁ PRONTO PARA MONITORAR AMAZÔNIA E FRONTEIRAS

A empresa brasileira Stella Tecnologia, está pronta para lançar no mercado o seu projeto mais ambicioso, desenvolvido para fins de monitoramento, segurança, defesa e inteligência: a aeronave não tripulada (Drone) ATOBÁ, a maior aeronave não tripulada do hemisfério sul com 11 metros de envergadura, 500 quilos e capaz de voar 28 horas ininterruptas. Esse produto poderá levar o Brasil a se tornar um exportador de tecnologia de vigilância, segurança, civil e militar de múltiplas utilidades. O seu projeto demorou cinco anos para estar totalmente pronto antes de seu primeiro voo teste, realizado numa pista particular no norte do Rio de Janeiro, com amplo sucesso. Interessante também porque tanto o projeto quanto a construção do avião, usou o talento de dez jovens estudantes de engenharia mecânica, elétrica e eletrônica da UFRJ e da Faculdade Estácio de Sá. A aeronave obedeceu a todos os comandos, e voou em várias altitudes. Ela pode levar em sua fuselagem câmeras poderosas capazes de monitorar grandes áreas, como a Amazônia brasileira, as nossas fronteiras, grandes fazendas de agropecuária, plataformas de petróleo, oleodutos e gasodutos e a nossa gigantesca faixa oceânica.


A Stella Tecnologia, dos empresários Eudes de Orleans e Bragança e Gilberto Buffara Júnior, é um centro de desenvolvimento e produção de novas tecnologias relacionadas aos veículos aéreos não tripulados, conhecido como Drones. Fundada há 5 anos, tem um corpo de profissionais pioneiros na indústria de Drones no Brasil com experiência de mais de 15 anos. A empresa desenvolve aviões de vigilância e inteligência. Sua primeira concepção eram aviões de pequeno porte, lançados com as mãos e resgatados da mesma forma. Eram movidos por baterias de Lítio, mas com pouca autonomia de voo. Era a saga dos pioneiros, mas que teve muita utilização pela Marinha do Brasil, no Corpo
de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro Esses aviões também foram usados nos estudos de inteligência para a grande operação de tomada do Complexo do Alemão, numa das maiores, se não a maior, operação policial do Rio de Janeiro. Uma operação que envolveu a inteligência das polícias civil, militar e das três forças armadas, Exército, Marinha e Aeronáutica, mobilizando centenas de homens e mulheres no combate ao crime.


Poucos países possuem tecnologia para construir aeronaves não tripuladas de grande porte como o Atobá. E por outro lado, esse tipo de aeronave é cada vez mais utilizada em todo mundo. Além de missões militares em áreas sob conflitos, aeronaves não tripuladas deste tipo são muito úteis e eficientes em várias aplicações civis. Comparado com aeronaves tripuladas tradicionais, o Atobá é mais leve, custa muito menos, e pode voar por até 28 horas sem pousar para abastecer ou descanso da tripulação. Isso torna esse tipo de aeronave ideal para missões de:

1. Vigilância de nossas fronteiras para impedir o contrabando de drogas, armas e outros produtos perigosos;
2. Vigilância de nossas florestas para combater o desmatamento ilegal;
3. Vigilância de nossos mares para combater a pesca ilegal, feita inclusive por países estrangeiros;
4. Busca e salvamento de aeronaves ou embarcações acidentadas em nosso território ou oceano para salvar vidas;
5. Identificação e monitoramento de amplas áreas atingidas por desastres ambientais;
6. Monitoramento de linhas de transmissão, parques de geração de energia por vento ou solar, ou outros equipamentos dispersos localizados em regiões afastadas;
7. E diversas outras missões de reconhecimento, monitoramento, proteção e busca.

Por seu custo e eficiência, diversos países têm ampliado o uso de aeronaves não tripuladas. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Força
Aérea já treina todo ano mais pilotos de drones que pilotos de aeronaves tradicionais.

De acordo com uma publicação recente, o mercado de drones militares pode atingir cerca de US$21,8 bilhões em 2021.

Caso o Brasil aprimore sua tecnologia de fabricação de aeronaves não tripuladas de alta capacidade, essa tecnologia pode ser utilizada não apenas para aplicações domésticas, mas também como um produto comercializado para diversos países no mundo, gerando divisas e riquezas para o nosso país.

Idealizado pelo empresário Gilberto Buffara Júnior, o ATOBÁ é Idealizado para uso das Forças Armadas. Ele é o maior Vant militar fabricado no país. A aeronave tem 11 metros de envergadura, de uma ponta a outra da asa, e autonomia mínima de 28 horas, usando gasolina como combustível. Ele poderá atuar em operações nas cidades, nas fronteiras, realizar missões de buscas e salvamento, no combate ao tráfico de drogas e armas, nos crimes ambientais, na agricultura, no controle ao desmatamento, no monitoramento de incêndios em florestas, seguranças de plataformas de petróleo, oleodutos e gasodutos e em grande eventos.

Com investimento próprio, o ATOBÁ é fruto de uma equipe formada por dez pessoas que trabalhou incansavelmente durante esses cinco em que o avião foi desenvolvido. O seu sistema ótico, com as câmeras de transmissão em alta resolução, pode enxergar a quilômetros de distância com ótima resolução, inclusive com câmeras noturnas que captam radiação infravermelha. O seu sistema de controle de navegação aérea é instalado em uma central de onde o avião é operado recebendo as imagens em tempo real, que são gravadas digitalmente. Além de grande autonomia, o ATOBÁ pode voar até 5000 metros de altura de acordo com a autorização do controle de tráfego aéreo, sendo imperceptível a olho nu. A central de controle fala diretamente com o sistema Cindacta para manter as operações aéreas em segurança.

Gilberto Buffara Júnior acredita que o ATOBÁ terá uma importante participação no mercado brasileiro e, por consequência, no mercado internacional, principalmente nos países sul-americanos, africanos e do Oriente Médio:

“ Com certeza o nosso avião está pronto para ser oferecido ao mercado, com as qualidades praticamente semelhantes e fazendo os mesmos serviços dos VANTs que integram a Força Aérea Brasileira, por um preço muito mais vantajoso. Não só pelo seu próprio custo, mas por sua operação simples, manutenção fácil, e grande rendimento. Ele pode Iniciar monitorando a Amazônia e as nossas fronteiras”

Gilberto revela que há vários focos comerciais sendo tratados pelo Departamento de Marketing da Stella Tecnologia, mas ainda é cedo para falar: “As vantagens inerentes ao uso dos drones em operações militares têm atraído cada vez mais a atenção de vários países. Ainda temos um caminho a percorrer, apresentando o avião aos nossos clientes e a partir desse sucesso, que acredito que teremos, expandir os negócios além do Brasil. Mas primeiramente vamos focar aqui mesmo no nosso mercado, que é imenso. Há muito para se fazer, inclusive instalando novos softwares, de acordo com o uso que se necessita.”

SOBRE A STELLA TECNOLOGIA – A Stella Tecnologia é uma empresa brasileira dedicada ao desenvolvimento de sistemas aéreos não tripulados para emprego no setor de monitoramento de grandes áreas, segurança e defesa. Nossa equipe é formada por profissionais de ampla experiência na indústria de defesa e especificamente de sistemas aéreos não tripulados desde 2004.

Stella Tecnologia Aeroespacial

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