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segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Decreto prorroga Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro até dezembro de 2021

Medida foi tomada devido à necessidade da realização da correta prestação de contas e do recebimento de bens e serviços que sofreram atrasos inesperados, em decorrência da pandemia decorrente da Covid-19.

Decreto assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, prorroga a atual estrutura do Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro até o dia 1° de dezembro de 2021.

A proposta fundamenta-se na necessidade de realizar a correta prestação de contas e receber bens e serviços que sofreram atrasos inesperados, em decorrência da pandemia decorrente da Covid-19.

A medida não causará impacto orçamentário, em razão de os recursos estarem alocados em programação orçamentária já prevista.

Casa Civil da Presidência da República

Um comentário:

  1. O Rio de Janeiro é dominado mais de 50 % do território por criminosos, é uma vergonha. Acredito que deve ter uma intervenção federal ilimitada e, mais severa: de todas forças federais e estaduais. Fechar todas fronteiras: aéreas, marítimas e, terrestres da noite para o dia e fazer um expurgo de paramilitares e, organizações criminosas, ainda, no dia da operação cortar todos meios de comunicações dos presídios com fiscalização temporária nas mãos destes operadores de segurança e, também, cortar comunicações nos locais em focos geográficos de criminosos. Criar verdadeiramente unidades permanentes de fiscalização estratégicas nos territórios de criminosos com equipamentos necessários e adequados e de alta tecnologia em monitoração com contingente suficiente, dando uma gratificação adicional por atuarem em áreas de alto risco. Não como está que colocado o policiamento no meio do fogo cruzado sem lhes darem condições. As falsas e famigeradas UPPs não passou de uma farsa midiática e politiqueira que abandonou os meios de segurança colocando a vida dos militares criminosamente em risco, sendo mais uma ação suicida, impetrada por políticos corruptos. Para concluir, o comando desta operação deve ter total liberdade de atuação sem a ingerência ou comunicação para qualquer órgão do estado do Rio de Janeiro (judiciário, legislativo ou executivo estadual). Devido a contaminação que possivelmente estão envolvidos. Diante da não resolução da situação atual.

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