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quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

ONU considera exemplar atuação humanitária das Forças Armadas na Operação Acolhida

As Forças Armadas brasileiras já empregaram 7,2 mil militares na Operação Acolhida, ação humanitária criada em 2018, pelo Governo Federal. A iniciativa tem mudado a vida de migrantes e refugiados venezuelanos que ingressam no Brasil pela região Norte do País. Desde o início da operação, mais de 280 mil venezuelanos foram regularizados e, cerca de 66 mil, foram interiorizados para mais de 700 municípios.


O atendimento oferecido pelo Governo Federal é reconhecido internacionalmente e ocorre em três fases: ordenamento da fronteira (momento em que são feitos os procedimentos de identificação e regularização), acolhimento nos abrigos e o processo voluntário de interiorização – quando os imigrantes são recebidos em outros estados brasileiros. Esta última etapa é a principal estratégia para reduzir a pressão sobre os serviços públicos.

Para o representante adjunto do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR Brasil), Federico Martinez, as Forças Armadas brasileiras são pioneiras, na América Latina, no atendimento emergencial de pessoas refugiadas e migrantes. “O ACNUR reconhece que o papel das Forças Armadas brasileiras na resposta humanitária para venezuelanos tem sido exemplar e muito efetivo, contribuindo para a prestação direta de assistência e serviços básicos, e em cooperação com agências da ONU e outros parceiros”, afirma.

Ele ressalta, ainda, que o apoio do Ministério da Defesa (MD) junto à Operação Acolhida “tem contribuído para preservar a dignidade das pessoas venezuelanas e para facilitar seu processo de integração local nas comunidades receptoras, cooperando de forma harmônica com foco nos fins humanitários”.

A atuação das Forças Armadas

A resposta brasileira ao fluxo migratório conta com a atuação contínua do Ministério da Defesa e das Forças Armadas e impacta positivamente a vida dos acolhidos, por meio de atendimento humanitário e serviços básicos. Atualmente 14 abrigos, sendo nove para não-indígenas e cinco para indígenas, distribuídos nos estados de Roraima e Amazonas, contabilizam mais de 8 mil abrigados.

O Subchefe de Coordenação de Logística e Mobilização do MD, Brigadeiro do Ar Paulo Ricardo da Silva Mendes, explica a atuação dos militares. “Desde 2018, já tivemos 12 contingentes de militares que vêm de todo o Brasil, das três forças: do Exército, da Marinha e da Força Aérea. Eles desempenham as suas funções administrativas, técnicas e também de saúde”, disse.

A Operação

A Operação Acolhida é uma resposta brasileira ao fluxo migratório venezuelano. O Governo Federal criou, em 2018, o Comitê Federal de Assistência Emergencial para Acolhimento a Pessoas em Situação de Vulnerabilidade, formado por 12 ministérios e presidido pela Casa Civil da Presidência da República. Ao Ministério da Defesa, além da coordenação do trabalho das Forças Armadas, cabe realizar apoio logístico e operacional às atividades.

Ministério da Defesa

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