Rio de Janeiro, Após dois anos, o grupo naval da Marinha Francesa retorna ao litoral brasileiro para exercícios combinados com a Marinha do Brasil. A escala no Rio de Janeiro integra a missão Missão Jeanne d’Arc 2026, principal desdobramento anual de formação operacional da França. A atividade reforça a cooperação militar entre os dois países. Também amplia a interoperabilidade entre forças navais em operações no Atlântico Sul. Composição do grupo naval A força tarefa reúne mais de 800 militares. Entre eles, 162 cadetes em formação da École Navale. O objetivo consiste em proporcionar experiência prática em missões de longa duração. O grupo opera sob comando do navio anfíbio FS Dixmude (L9015). A embarcação atua como plataforma de comando e projeção de forças. Principais meios destacados - FS Dixmude (L9015) Navio anfíbio com deslocamento aproximado de 21 mil toneladas. Capacidade para operar até 16 helicópteros. Transporte de cerca de 80 veículos militares. Estrutura hospitalar embarcada com 69 leitos. - FS Aconit (F713) Fragata voltada para escolta e combate de superfície. Atua na proteção do grupo naval. - Jacques Stosskopf (A725) Navio de apoio logístico responsável pelo reabastecimento e sustentação das operações em mar aberto. Exercícios conjuntos no Brasil A missão possui duração total de cinco meses. Durante a escala no litoral fluminense, forças francesas realizam atividades com unidades da Marinha do Brasil. Os exercícios incluem: - operações anfíbias - patrulha marítima - coordenação aérea embarcada - procedimentos logísticos conjuntos As atividades ampliam a integração entre tripulações e validam protocolos operacionais comuns. Visita institucional e agenda para a imprensa O comando do grupo naval programou visita oficial a bordo do FS Dixmude (L9015). Jornalistas e autoridades participam de apresentação institucional sobre a missão. A programação incluiu: - briefing com o comandante da missão - apresentação das capacidades operacionais do navio - visita às principais instalações embarcadas A escala no Rio reforça a presença naval francesa no Atlântico e consolida a cooperação estratégica entre França e Brasil no campo da defesa marítima.
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