Esse valor será investido ao longo dos próximos dez anos, e possivelmente o principal beneficiado será o caça furtivo KAI KF-21 Boramae, desenvolvido localmente. Estima-se que atualmente o nível de nacionalização do avião seja de 65%, e um dos principais motivos disso foi a negativa americana de, em 2015, transferir quatro tecnologias consideradas vitais para o KF-21 (um radar AESA, um IRTS, um pod de designação de alvos e um jammer), o que forçou os coreanos a desenvolver localmente esses equipamentos. A principal dependência externa é o motor GE F414 que impulsiona os aviões do Block I; no entanto, a Hanwha Aerospace está desenvolvendo um novo motor, para aplicação nas aeronaves do Block III. Quando isso estiver concretizado, a Coreia do Sul estará livre de autorização de outros países para realizar eventuais exportações do KF-21. Ao entrar em serviço, o KF-21 Block I será armado com os mísseis ar-ar MBDA Meteor e Diehl IRIS-T. Na foto do Ministério da Defesa Nacional da República Democrática da Coreia, o primeiro exemplar de produção do KF-21).
Revista Segurança & Defesa






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